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01
nov
09

Sessão 8

Peter acorda não se sentindo muito legal.

Seu telefone sumiu, a gata que ele levou para casa noite passada também, só tem água e refrigerante sem gás na geladeira, e como se isso não fosse o bastante, a luz do sol está incomodando um bocado. E tem a sede. A maldita SEDE.

É a pior ressaca da sua vida. Ele tentou beber água e colocar uns pacotes de biscoito recheado para dentro, mas eles acabaram na pia, em jato negro de vômito. Ele notou uns pedacinhos do que poderia muito bem ser sangue coagulado. Bom, era hora de ir trabalhar. Ir na loja e ver se o Sr. Meyer tinha mais alguma coisa para ele.

Nesse meio-tempo, um investigador da Societé, Carlos Rodrigues, chega aà cidade. Ele tem como missão inicial investigar a morte do último membro da Societé na América do Norte, e seu contato é Katya.

Após um primeiro encontro atribulado com o resto do pessoal, Katya dá suporte ao investigador (para desgosto de Gerhard), e garante que ele tem as melhores intenções no que diz respeito aos problemas sobrenaturais do momento. Ele decide que seria bom verificar o que a loja Meyer tem de especial para estar no centro do pentagrama. E lá se vão todos.

Eles encontram um desgranhado, amassado e pálido Peter J. tentando chamar o atendente da loja, mas a maldita porta parece estar emperrada. Charlotte dá um jeitinho com uma botinada na fechadura e logo eles descobrem que uma parte do atendente da loja foi usada para fazer uma espécie de ritual. Vários indícios levam Carlos a crer que este foi um ritual de dedicação, efetuado para realizar alguma atividade sobrenatural sobre o mundo material, usando o espírito do atendente como energia.  Kendra encontra (e arromba) um cofre, onde entre dinheiro vivo, a bolsa vazia onde estavam as jóias que Peter havia recuperado e vários certificados de autenticidade, ela encontra uma chave extra.

Com a chegada da polícia, que Carlos rapidamente enrola com uma identidade falsa de agente do FBI – divisão de crimes rituais, o resto do grupo corre para a casa do sr. Meyer, enquanto CArlos e Peter lidam com os policiais.

Kendra (disfarçada) e Charlotte vão à porta, onde um rapaz lhes dá com a mesma em suas caras. Mas elas acabam entrando assim mesmo, e procuram um porão – onde ele diz (após a ameaça de mais botinadas) estar o sr. Meyer e colocam o rapaz para dormir com uma botinada. A porta que leva ao porão estava escondida atrás de um painel de parede falso, que leva a uma pequena escada, que leva a uma pesada porta de metal, de onde se escuta um cântico abafado.

Kendra coloca a chave e abre a porta.

No hospital, Benson, entre a vida e a morte, tem um curioso sonho com seu mosteiro tibetano e uma anciã que conversa sobre destino, escolha e predetinação. Ele acorda com Um homem tentando matá-lo.

Bem – não um homem. O outro está atacando Raymond, que estava de guarda ao lado de Benson. Seu revólver de serviço está no chão, e a coisa abre sua boca repleta de caninos, buscando pela jugular do policial. Benson soca o seu atacante, que prontamente o lança contra a parede como se fosse um boneco.

Benson levanta-se, após ter se chocado com um suporte de soro e uma maca, ambos de aço. Ambos vergaram com o impacto, ma não sua pele ou ossos. Nem sua musculatura, energizada por uma eletricidade brutal.

Ele se levanta do chão. “Vamos tentar esse negócio de novo”, diz.

16
ago
09

Sessão 1 a 3

Infelizmente, eu não fiz um registro completo e fiel do que aconteceu nas três primeiras sessões, mas aqui vai um resumo da ópera:

Sessão 1: fim de noite da segunda-feira. Gerhard, dirigindo seu Pontiac Firebird, está entrando em New Jordan pela Ponte Velha, seguindo um ônibus de passageiros intermunicipal, onde está Peter J. O ônibus freia bruscamente para evitar bater em uma barreira de carrinhos de supermercado que foram jogados ali por dois sujeitos, logo no final da ponte, que são vistos por Randy, dirigindo Buck, na direção dos bares da interestadual. Ele acha esquisito, mas segue seu caminho. Só quando começam os gritos é que ele fica curioso e volta atrás.

Enquanto isso, Charlotte é despertada por sua coruja, Ulysses, que a leva até o local onde está Randy, e incidentalmente, dois homens que entram no ônibus pelo vidro da frente e jogam passageiros nas paredes como se fossem travesseiros, buscando um tal de Hector Alonso.

Gerhard decide intervir. Ele colhe a espingarda calibre 10 do seu porta-malas, garante que seu revólver está carregado, e ouve os primeiros disparos dentro do ônibus. É seguido por Randy, já com sua Colt Delta Elite em punho. Eles confrontam dois homens, que com as mãos nuas e vários buracos de bala, já mataram o motorista do ônibus e um policial armado. Randy dá cabo rapidamente de um deles, com um disparo certeiro na cabeça, e Gerhard segue para o outro, que teima e se levantar depois de alguns disparos de .10 quase à queima-roupa.

Quando eles percebem que os dois atacantes não vão morrer fácil – mesmo atirando na cabeça – eles começam uma luta desesperada, e são auxiliados por Peter, que usa da arma do policial morto e pela chegada providencial de Charlotte, que sente a presença dos dois atacantes como algo… ofensivo. E não-humano. Ela derrota um deles em combate desarmado, e juntos, eles dão cabo do segundo.

Com as sirenes da polícia já se aproximando, eles ateiam fogo aos corpos dos dois, e saem em direção ao esconderijo de Randy – o ferro-velho onde trabalha e mora.

Sessão 2: Depois de despertar e tentar fazer algum sentido sobre os eventos da noite anterior, Peter J. vai para seu encontro com o sr. Meyer, seu empregador do ramo de relíquias roubadas raras. Gerhard vai ao encontro do homem que o chamou até New Jordan – o sr. Koestler – e Randy vai dormir, apesar de Charlotte e Bo não ajudarem muito neste quesito.

Na manhã de terça-feira, Jack Benson chega à cidade, atravessando a ponte a pé, e vê o bloqueio do tráfego, com os carros de polícia ao redor de uma grande mancha queimada no chão. Ele dirige-se para a pousada taoísta onde deixa seus (poucos) pertences e procura ao sr. Koestler, que havia lhe mandado a carta que o trouxera de volta aos Estados Unidos e à sua cidade natal. Lá, ele se encontra com Gerhard e com Katya, a sobrinha-neta de Adam Koestler, que lhes informa que este havia morrido há poucos dias, vítima de assassinato. As suspeitas de Gerhard se confirmam – há vampiros na jogada. O vídeo do assassinto, que Katya escondeu da polícia, não deixa dúvidas.

Eles entram em contato com Randy e Charlotte e tenta convencê-los a aceitar fazer parte de um grupo de caça. Randy não está muito interessado, já que não há nenhuma perspectiva de conseguir bebida e garotas, mas Charlotte aceita de pronto – nunca sua vida pareceu fazer mais sentido desde que voltara para os vivos do que quando estava combatendo os dois homens na noite anterior.

Sessão 3: Kendra, uma adolescente local, consegue entrar no cheerleader squad da high school onde estuda, mas não sem surpresas – naquele dia, sua coordenação motora, agilidade e força estavam no máximo. Seu pretenso namorado, Seth, a leva de volta para casa, e assim que ela entra, mais uma surpresa.

A casa revirada como se fosse um assalto não deixa muitas dúvidas sobre o que aconteceu – ou ainda não havia terminado? barulhos na cozinha a atraem, mas antes de chegar lá, ela é interrompida por um homem jovem e bem vestido, que a leva pelo braço até a cozinha, com o mesmo esforço que usaria para arrastar uma boneca. Lá está o corpo de sua mãe, preso a um dos armários por facas de churrasco e seu pai, sendo brutalmente espancado por um segundo homem. O outro sugere torturá-la para “soltar a língua” do pai.

É quando ela tem uma percepção curiosa: ao olhar para os dois, ela os vê como se fossem coisas,  não pessoas. E a pancadaria começa. Ela se solta de seu captor, e o golpeia com a força de um halterofilista, esquivando-se facilmente de seus golpes certeiros e velozes. A luta selvagem não dura mais do que alguns segundos, mas custa-lhe dois cortes nos braços. Os homens pagam um preço mais alto, contudo: depois de tentar esfaqueá-los de várias maneiras, ela resolve atacar as gargantas, armada de um caco de prato de louça, e quase decapita ambos. Depois daí, as coisas ficam meio confusas.

Kendra desperta no hospital. Seu pai está na UTI, tentando sobreviver, e Travis, seu irmão mais novo, está desaparecido. Ela ficará com seu tio-avô até as coisas se resolverem.

Enquanto isso, Jack faz contato com Raymond, seu velho amigo do high school que agora é policial, e tenta conseguir algumas informações sobre o incidente da noite anterior e sabe sobre o ataque à família Jackson.

Gerhard é importunado pela polícia (na forma de Eddie e Jeff) e tem seu carro apreendido para investigações. Aparentemente, alguém o reconheceu naquela noite na ponte. Com a ajuda de Charlotte, ele consegue recuperar as armas guardadas no carro antes que o carro seja vistoriado e chama os outros para a casa de Koestler para reunirem mais informações sobre o que está acontecendo junto com Katya.

Peter J. recebe um telefonema de Jeevis, um conhecido atravessador de antiguidades – três das jóias do século IX que sr. Meyer lhe havia incumbido de encontrar para um cliente estavam disponíveis. Ele estaria interessado? Peter marca um encontro com Jeevis em Bartown e descobre que ele apens está intermediando um eocntro com Lewis, que aparentemente tinha posse das jóias. E não apenas as três que ele procurava, mas todo o conjunto. Contudo, não pelo mesmo preço. Jeevis lhe dá uma ajuda monetária (por uma pequena comissão), e Peter sai dali em um táxi – que ele rapidamente nota que está sendo seguido.




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